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Pangolin 1.21 traz detecção de rede local e melhorias no provisionamento de sites

Pangolin 1.21 traz detecção de rede local e melhorias no provisionamento de sites

Lançamento do Pangolin 1.21 adiciona conexão P2P direta na LAN, recursos pendentes no provisionamento e sessões persistentes em tokens de acesso.

O Pangolin 1.21 foi lançado em 20 de julho de 2026 com foco em otimizações de conexão local, fluxos de provisionamento mais completos e identidade aprimorada em links de compartilhamento. A versão mantém a proposta de acesso remoto zero trust sem VPNs tradicionais, simplificando a gestão de acesso a redes, aplicações e dispositivos.

Detecção de rede local elimina salto desnecessário pelo relay

O principal destaque desta versão é a detecção de mesma rede (same-network detection). Quando um cliente Pangolin e um conector de site estão na mesma rede local (LAN), o tráfego não precisa mais sair para a internet e retornar via servidor de relay.

Os pares agora se descobrem na LAN e estabelecem conexão peer-to-peer direta. Os pacotes permanecem na rede local, não são roteados pela internet nem pelo servidor Pangolin, e o caminho de relay é ignorado. O resultado prático é latência menor e menos tráfego de saída pelo roteador ou provedor — ganho relevante quando o usuário está fisicamente no local onde o conector já opera.

A funcionalidade exige clientes e sites atualizados. Versões antigas mantêm o comportamento anterior de conexão.

Consulte a documentação sobre detecção de mesma rede e travessia NAT para detalhes técnicos.

Provisionamento de sites: recursos também entram em estado pendente

O fluxo de chaves de provisionamento já permitia colocar conectores em estado pendente para revisão do administrador antes de entrarem em produção. O 1.21 estende esse comportamento aos recursos criados a partir de blueprints associados a esses sites.

Recursos de um site pendente ficam:

  • Ocultos da tabela principal de recursos
  • Desabilitados por padrão, impedindo acesso de usuários finais

Administradores ainda podem inspecionar e editar esses recursos pela visualização do site (aba Resources ou página de edição). Isso permite revisar configurações, habilitar temporariamente um recurso para testes e validar o acesso antes de aprovar o conjunto completo.

Ao aprovar o site pendente, o estado pendente dos recursos associados é removido e eles são habilitados em conjunto. Ao rejeitar, os recursos pendentes são excluídos junto com o site, evitando registros órfãos.

Veja mais na documentação de provisionamento e sites pendentes.

Links de compartilhamento e tokens de acesso ganham identidade e sessões persistentes

Links de compartilhamento sempre tiveram um correspondente técnico: tokens de acesso. Cada link é respaldado por um token acessível via parâmetro de query ou header para uso programático. O 1.21 traz duas melhorias:

Associação a usuário específico

Agora é possível vincular um link de compartilhamento (ou seu token) a uma conta de usuário. Quando utilizado:

  • O usuário associado aparece nos logs de auditoria
  • Cabeçalhos Remote-* com a identidade são injetados na requisição, permitindo que aplicações upstream tratem o acesso como vindo de um usuário real

Sessões persistentes no token de acesso

Tokens podem agora ter sessão persistente habilitada. Ao passar o token via query parameter ou header, o Pangolin o troca por um cookie de sessão, dispensando o reenvio do token em chamadas subsequentes. Antes, tokens comportavam-se como chaves de API, exigindo inclusão a cada requisição.

Detalhes na documentação de links compartilháveis e tokens de acesso.

Melhorias gerais e correções

Outras adições menores complementam o lançamento:

  • Alternância para recursos privados: recursos privados podem ser ativados ou desativados sem exclusão, inclusive via blueprints
  • Memória do último provedor de identidade (IdP): a tela de login lembra o IdP usado anteriormente e o destaca visualmente
  • Diversas melhorias de interface e correções de bugs em todo o produto

Sobre o Pangolin

O Pangolin é uma empresa de infraestrutura de código aberto que oferece acesso remoto zero trust para equipes de qualquer porte. A solução elimina a necessidade de VPNs tradicionais, portas abertas e chaves estáticas, combinando identidade de dispositivo, políticas de acesso e conectividade privada. O foco está em segurança de dispositivo, usabilidade e transparência para gestão eficiente de acesso.

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Leia também:

Via pangolin.net. Você pode conferir o post original em inglês:

Pangolin 1.21: Same Network Detection

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